Pequenas faíscas podem levar à explosão até mesmo de uma usina nuclear.
Isso é muito perigoso. Pequenos erros que vão se acumulando e não sendo resolvidos... ou pior : sendo substituídos por outras pequenas faíscas. O ideal é manter um ambiente seguro e não deixar que elas se aproximem de locais explosivos.
Conhecer ? Não caio mais nessa de afirmar que conheço alguém. Acho que o tombo é menor, se puxarem meu tapete.
Todo mundo nasce sozinho e morre sozinho... entre um e outro, eu vou tentando sobreviver. Não permitirei que me destruam facilmente. Não aprendi a me render, que caia o inimigo, então.
Aquele que deveria controlar, dá risada do incêndio. Não estamos mais nessa fase, ele diz. A fase de se esforçar passou, pelo visto. E ele assiste, de camarote, as estruturas queimando. Geralmente quem faz isso, é porque não tinha nada de valor ali. Então não tem nada a perder.
As pessoas tem memória curta, quando lhes convém. A ingratidão, é pra mim, o maior veneno do ser humano. Um simples obrigado nem sempre é suficiente em grandes atos. Falta atitude. Querem ter tudo na mão e mastigado... e depois ainda cospem no prato que comeram.
Enfim... acho que o causador do incêndio deve ser o primeiro a tentar apagar o estrago. É algo que deveria ser instintivo. Assar batatas nesse fogo, é, no mínimo sadismo.
Esse inverno está com cara de verão.
Esse inverno está com cara de verão.


2 Comments:
Enigmático e tenso define este texto! Mas muito bom mesmo!!!
Eu não sei o que foi! ehehe
Mas achei supimpa, como diria o Edu, o que você escreveu! ;-)
Abração
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