01 abril 2015

Dando risada dos 30




O riso é uma das mais divinas experiências, mas muito poucas pessoas riem de fato. O riso delas é fraco - ou é intelectual, ou apenas uma fachada, ou uma formalidade, ou um maneirismo, mas nunca é total.

Se um homem conseguir rir de verdade, com o coração e sem se conter, nesse momento algo formidável pode acontecer - porque o riso, quando é total, desliga-se totalmente do ego.

Há muitos modos de se desligar do ego, mas o riso é o mais bonito.
O riso não precisa de talento. 

Na verdade, as crianças riem da maneira mais bonita, da maneira mais total.

Quando crescem, seu riso se torna fraco, elas começam a reprimi-lo, começam a pensar se devem rir ou não, ou se é certo rir em tal e tal situação.

Aprenda novamente a rir como criança - rir total e conscientemente - e não apenas dos outros, mas de si mesmo também. 

Você pode rir muito facilmente dos atos ridículos das outras pessoas, mas você já riu de você mesmo? Você já se pegou fazendo algo ridículo? Não, você se mantém completamente sem se observar, toda sua observação é a respeito dos outros, e isso não é de nenhuma ajuda.

Use essa energia da observação para uma transformação do seu ser. Isso pode trazer para você tanta bem-aventurança e tanta bênção que você nem mesmo pode sonhar à respeito.


Um processo simples, mas uma vez que você comece a usá-lo em você mesmo, ele se torna uma meditação.


( Osho )

30 março 2015

Voltando...


Voltando hoje. Contarei tudo nos próximos posts. 

12 outubro 2014

La differerenza tra me e te

Petrópolis, no dia dos seis meses.


La mia vita
Mi fa perdere il sonno, sempre
Mi fa capire che è evidente
La differenza tra me e te.


E rompemos a barreira dos seis meses. Uau... e não foi fácil. Depois dos primeiros três meses, os defeitos que eram bonitinhos no início, começam a incomodar demais e surgiu o anseio por mudanças. E é difícil mudar, ainda mais num curto espaço de tempo. Resultado ? Algumas separações, por não saber lidar com as diferenças. Só que a cada reconciliação fica mais óbvio que um completa o outro. O que eu não tenho, ele tem, e vice versa.

No dia em que completamos seis meses, fugimos para Petrópolis, a cidade imperial. Um dia lindo, em que trocamos bombons durante a viagem.

No dia seguinte, sou pego de surpresa na faculdade, com uma " convocação " pra ir a um parque de diversões. Saciamos nossa criança interior.

E depois desses dias ensolarados, seguidos de tempestades, poder dizer que amo, olhando nos seus olhos... não tem preço.

Admito que tenho um coração mole.




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