Nessa época começo a fazer o balanço do que deu certo e o que deu errado no ano. Confesso que o calor não ajuda. Odeio essa época, principalmente pelo calor infernal que assola o RJ.
Comprei uns presentinhos para as pessoas próximas e pra aqueles parentes que todo ano me dão presente, mesmo eu já estando velho e ranheta. Tá tudo separadinho aqui.
É todo ano quase sempre igual. Véspera de Natal tem aquela socialzinha quase que obrigatória, de ir na casa dos parentes rapidinho e tal. A social me cansa, mas a comida geralmente compensa. Esse ano minha mãe disse que nem pretende preparar muita coisa na cozinha. Fica mais fácil assim...pois o povo não virá pra cá. Então é só meia horinha na casa de cada um e voltar pra casa, pro sono dos justos... cof, cof, cof...
No dia 31, meus pais costumam viajar. Fico com a casa só pra mim. Então das duas, uma... ou ele vem e aproveitamos ou aproveito pra dormir e colocar meus filmes em dia. De qualquer forma, estar sem meus pais em casa é fantástico, de vez em quando.
Natal tem lá a sua falsidade, mas tem comida boa e presentes aleatórios. Acaba sendo legal, tirando a correria do povo, que deixa tudo pra cima da hora.
Reveillon é algo até relevante, pra se comemorar, já que é uma passagem de ano. Sensação de continuidade, de aparente renovação. Mas não vejo o porque de se misturar e abraçar gente que não acrescenta em nada... muito menos usar como desculpa pra se embebedar. Acho legal ficar num cantinho e refletir sobre o que melhorar.
E o pior de tudo está por vir. Que é o carnaval. Aí só tem as folgas de bom. Porque não tem nem comida, nem presente, nem reflexão alguma. E o calor tá no auge.